=====  V E N D A   D E   B I L H E T E S  =====

- Venda/reserva de bilhetes na receção da Casa das Artes a partir das 09h30 do primeiro dia útil da semana respeitante ao evento; sessões de cinema com venda somente na noite/dia (30 minutos antes da sessão).

- Reservas só por telefone (258520520)* e com pagamento via transferência bancária.

*chamada para a rede fixa nacional

- Limite de 4 ingressos por pessoa.

- Abertura da sala 30 minutos antes da hora do evento. 

- Lotação da sala: 226 lugares (espetáculos) e 232 lugares (cinema).

- Lugares marcados;

- Bilhete de cinema: €3,00









JANEIRO



MÚSICA


17 janeiro
sábado às 22h00
Auditório da Casa das Artes
FADOS E OUTRAS CANÇÕES
Venda / reserva de bilhetes a partir de 12 de janeiro. Preço único: €5,00
A receita de bilheteira reverte integralmente para a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez.







TEATRO

24 de janeiro
sábado às 22h00
Auditório da Casa das Artes
"UM AMOR DE PERDIÇÃO"
pelo GTV - Grupo Teatro do Vez
ENTRADA GRATUITA - bilhetes disponíveis 45 minutos antes do evento
UM AMOR DE PERDIÇÃO nasceu da vontade de encenar, de forma livre e original, a notável novela Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, no ano em que se comemora o bicentenário do seu nascimento. Sendo esta narrativa o entrelaçar de factos reais e factos ficcionados, que contam memórias de uma família, a do próprio Autor, o Grupo de Teatro do Vez arriscou, pois, levar a palco cenas dos amores malogrados de Simão e Teresa, resultantes da prepotência e dos ódios dos respectivos progenitores, bem como cenas da clausura religiosa, pontuadas pela hipocrisia, a maledicência,  as intrigas, os vícios, tão comuns, afinal, aos da sociedade fora das austeras paredes conventuais. A visão do encenador privilegiou a caricatura, hiperbolizando quer o ridículo de algumas personagens, quer os desmandos vivenciados no convento.









EXPOSIÇÃO COLETIVA


até 31 de janeiro'26
Casa das Artes
D’ART-VEZ 2025 - Bienal de Artes de Arcos de Valdevez
gratuito





CINEMA



16 e 18
sexta e domingo às 22h00
A CRIADA
Thriller, mistério - 
Realização: Paul Feig
Com Sydney Sweeney, Amanda Seyfried, Brandon Sklenar, Michele Morrone.




25
domingo às 22h00
MATA-TE, AMOR
Drama, thriller, comédia - 
Realização: Lynne Ramsay
Com Jennifer Lawrence, Robert Pattinson, LaKeith Stanfield.




30, 31 (jan) e 1 (fev)
sexta, sábado e domingo às 22h00
GREENLAND: UM NOVO COMEÇO
Ficção científica, thriller, aventura - 
Realização: Ric Roman Waugh
Com Gerard Butler, Morena Baccarin, William Abadie, Amber Rose Revah, Roman Griffin Davis, Trond Fausa Aurvåg.









FEVEREIRO



24ª EDIÇÃO
FESTIVAL SONS DE VEZ
FEVEREIRO E MARÇO 2026; 22h00
À porta de comemorar quase 25 anos de história(s), o melhor da música nacional regressa a Arcos de Valdevez, naquele que é o mais antigo evento do seu género e um verdadeiro baluarte da Cultura e da identidade sonora do país contemporâneo. Serão oito datas e 14 projetos que não deixarão ninguém indiferente. 
A abertura é com um regresso ao Sons, o de Tiago Bettencourt, esse “bardo-poeta” de emoções e palavras; a primeira parte contará com a viola tradicional de Rui Fernandes. Fevereiro recebe também o TugaBeat irreverente dos Retimbrar, antecedido do “folk/pós-fado/world music” de Homem em Catarse. O mês continua, agora no feminino e em duplo, com Milhanas, nome maior e profundamente criativo da nova geração de “cantautoras”, com arranque da soul-pop jovial de Daniela Galhoz. Fevereiro finaliza também no feminino; espaço para Cátia Oliveira a o seu “alter ego” A Garota não, que aporta uma poesia interventiva, social e política, e ainda um nome “histórico” americano, Amy Rigby, cantautora multifacetada e apaixonada por Portugal.
Em Março sobem ao palco seis projetos. Arranque com o “gigante urbano” Carlão e a sua sonoridade atenta, combativa e multicultural, agora com novo trabalho de originais. A segunda data é, infelizmente, de despedida, com a última digressão dos poderosos PAUS; antes, o rock alternativo brasileiro, agora underground português, de Monchmonch. A data seguinte traz consigo o novo trabalho dos “formosos” Best Youth, de Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves, tambem em regresso, muito desejado, ao Sons; primeira parte com a dupla italiana/portuguesa Ardours e o seu new wave dos 80, fundido com metal alternativo/gótico, agora com novo trabalho. Março finaliza, e o Festival também, com um projeto verdadeiramente histórico da pop/rock portuguesa: os Delfins regressam à Casa das Artes e trazem o seu “outro lado” de emoções e sonoridades.
Como nas edições anteriores, estarão patentes no Foyer da Casa das Artes as fotos mais expressivas e emotivas dos concertos do Sons de Vez 2025. 



















7 de fevereiro
sábado às 22h00
Auditório da Casa das Artes
TIAGO BETTENCOURT + RUI FERNANDES
Venda/reserva de bilhetes a partir de 2 de fevereiro. Preço único: 12 euros 
Tiago Bettencourt é uma referência incontornável da nova música nacional, sempre fiel à língua portuguesa nas suas composições. Iniciou a carreira em 2003 com os Toranja, cuja simplicidade poética e melódica rapidamente conquistou o público, especialmente com os álbuns “Esquissos” e “Segundo”. Temas icónicos como “Carta” e “Laços” são ainda hoje reconhecidos. Tiago Bettencourt não pertence a nenhum movimento, a nenhuma corrente ou estilo. O seu caminho é só independente, variado e coerente, e assim se tem mantido na vanguarda da música cantada em Português, há mais de 20 anos. Ao Sons de Vez, onde regressa 11 anos depois, trará as melodias, as emoções e as palavras na proximidade e intimismo que só o festival arcuense permite; a não perder.
Rui Fernandes, que neste espetáculo se apresenta em formato de quarteto, distingue-se por colocar a viola amarantina no centro da sua criação musical, explorando novas sonoridades e ampliando o reportório contemporâneo deste instrumento português. Estreou-se em 2021 com o álbum “A Viola Amarantina”, cuja receção positiva originou uma digressão nacional, e regressou em 2024 com “Para Dois Corações”, aprofundando a riqueza tímbrica da viola. O quarteto integra também Pedro Neves (piano), Miguel Ângelo (contrabaixo) e Miguel Sampaio (percussão).




14 de fevereiro
sábado às 22h00
Auditório da Casa das Artes
RETIMBRAR + HOMEM EM CATARSE
Venda/reserva de bilhetes a partir de 9 de fevereiro. Preço único: 10 euros 
Os Retimbrar regressam à estrada com novas criações, preparando o caminho para um futuro disco, mais de um ano após “Levantar do Chão”. Com um trabalho cuidadoso de palavras, timbres e arranjos, o grupo revisita referências como José Afonso e Carlos Paredes e reafirma o seu movimento TugaBeat, uma abordagem audaz e contemporânea enraizada nas tradições musicais portuguesas. Oito músicos dão corpo a este projeto que celebra o folclore, a poesia popular e a oralidade, partindo do ritmo para construir narrativas que refletem a vivência entre o rural e o urbano. Com um percurso marcado por obras como “Voa Pé” (2016), “Levantar do Chão” (2022) e projetos paralelos como podcasts e documentários, os Retimbrar têm alcançado reconhecimento nacional e internacional, com destaques nas tabelas Transglobal World Music Chart e World Music Charts Europe. 
Homem em Catarse, alter-ego do multi-instrumentista Afonso Dorido, afirma-se como uma das vozes mais singulares da música portuguesa contemporânea. Três anos após o álbum intimista “Sete fontes”, composto inteiramente ao piano, regressa com “Catarse natural”, um disco eclético que cruza folk, shoegaze, pós-fado e world music, combinando canções de intervenção e paisagens sonoras. A obra mergulha em inquietações pessoais e sociais, da crise habitacional ao egocentrismo, da esperança à partilha, e conta com a colaboração de vários músicos de renome. Em 2026, o artista segue em digressão para apresentar este quarto disco e celebrar dez anos de carreira, assinalados com a reedição comemorativa de “Guarda-Rios”.




21 de fevereiro
sábado às 22h00
Auditório da Casa das Artes
MILHANAS + DANIELA GALHOZ
Venda/reserva de bilhetes a partir de 16 de fevereiro. Preço único: 12 euros 
Milhanas, cantora e compositora portuguesa nascida em 2001, afirma-se como uma das vozes mais promissoras da nova geração. A sua música combina introspeção e autenticidade, cruzando influências do jazz, gospel e música moderna com uma forte ligação à literatura portuguesa, que inspira as suas letras poéticas e intensas. Depois da estreia com o tema “Lamentos”, em 2021, seguiram-se “Mais que ao Sol” e “Mundo”, culminando no álbum de estreia “De Sombra a Sombra” (2023), onde reflete sobre os desafios da alma sem cair na melancolia. Reconhecida pela crítica e pelo público, Milhanas foi nomeada para os Globos de Ouro de 2024 na categoria de Melhor Intérprete. Iniciou 2025 com dois concertos esgotados na Casa da Música e no CCB, encerrando o ciclo do seu disco com o tema “Apagar A Sombra”. A artista continua a expandir o seu universo criativo, prometendo novas obras que irão aprofundar ainda mais a sua identidade artística.
Daniela Galhoz, talentosa artista de 24 anos, com um estilo livre e autêntico, compõe letras, música e arranjos, destacando-se sobretudo pela voz intensa e sensível que a caracteriza. Inspirada por artistas como Olivia Dean e Amy Winehouse, explora uma sonoridade soul-pop marcada pela emoção, ao mesmo tempo que revela destreza na guitarra e no piano. Com três singles já lançados e um álbum a caminho, é um talento emergente da música portuguesa.



28 de fevereiro
sábado às 22h00
Auditório da Casa das Artes
A GAROTA NÃO + AMY RIGBY 
Venda/reserva de bilhetes a partir de 23 de fevereiro. Preço único: 12 euros 
A Garota não, projeto de Cátia Mazari Oliveira, tem vindo a refletir sobre os tempos que vivemos através da sua poesia interventiva numa viagem social e política, de quem luta com o coração e dá corpo, alma e voz a um projeto absolutamente único. Em 2022 lançou “2 de abril”, considerado pelo público e pela critica como um dos “Melhores Álbuns Nacionais do Ano”, e que lhe valeu o Globo de Ouro de “Melhor Intérprete” em 2023, os Prémios de “Melhor Trabalho Popular” e “Prémio José da Ponte”, pela Sociedade Portuguesa de Autores e ainda o “Prémio José Afonso”, na sua 35ª edição. Com o muito aguardado novo álbum “Ferry Gold”, lançado no início de maio, iniciou a digressão de apresentação deste novo disco, que a vai levar a percorrer o país em concertos únicos. 
Cantora, compositora e contadora de histórias, Amy Rigby é uma figura de culto da cena underground/indie norte-americana, conhecida por combinar o humor e a acuidade do country e do folk, com a mestria do rock clássico e o espírito punk. Apresenta-se pela primeira vez em Portugal, num espetáculo acústico e intimista, pela mão de um arcuense radicado nos EUA, Fernando Pinto. Criadora das bandas Last Roundup e The Shams no East Village, lançou uma aclamada carreira a solo com “Diary Of A Mod Housewife” (1996) e, mais recentemente, com “Hang In There With Me” (2024).