SONS DE VEZ!
14ª Mostra de Música Moderna Portuguesa de Arcos de Valdevez
Fevereiro e Março de 2016
Auditório da Casa das Artes de Arcos de Valdevez
De regresso em 2016, naquela que é a sua décima quarta edição consecutiva, o Sons de Vez volta ao palco da Casa das Artes arcuense para sete datas e treze projectos musicais que entrecruzam, como desde a primeira edição, nomes consolidados e emergentes, sempre numa atenção muito especial à diversidade de propostas e de públicos, fazendo desta mostra um verdadeiro espelho, muito particular, do panorama musical nacional e indubitavelmente um momento de celebração da nova música portuguesa, sendo considerado por muitos o primeiro festival do ano.
A edição deste ano dispersa sensibilidades por várias geografias nacionais, não esquecendo inclusive projectos da região minhota, cruzando os campos do Pop/Rock mais ou menos clássico, a própria Soul e as sonoridades Indie, assumindo assim a ousadia do Sons e a procura constante de novos cenários e desafios sonoros; pelo palco passam projectos tão diversificados como Mão Morta, emmy Curl, David Fonseca, Serushio, ou Mazgani, Marta Ren, a Jigsaw e Ladrões do Tempo.
Como em anos anteriores, o foyer do Auditório da Casa das Artes recebe uma exposição fotográfica sobre a edição 2015 do evento, da autoria de Sérgio Neto e do arcuense Miguel Lobo.
Reserva/venda de ingressos somente pelo número 258520520. (dias úteis 09h30-17h30, sábado: 14h-18h)

06/fev- MÃO MORTA= 13€ (pré-venda/reserva a partir de 1/fev)
12/fev- DAVID FONSECA= 13€ (pré-venda/reserva a partir de 8/fev)
19/fev- SERUSHIÔ+WILDFIRE= 3€ (pré-venda/reserva a partir de 15/fev)
26/fev- EMMY CURL+A JIGSAW= 6€ (pré-venda/reserva a partir de 22/fev)
05/mar- MARTA REN+DENISE= 8€ (pré-venda/reserva a partir de 1/mar)
12/mar- MAZGANI+MALABOOS= 6€ (pré-venda/reserva a partir de 7/mar)
19/mar- LADRÕES DO TEMPO+TUFF GUM= 8€ (pré-venda/reserva a partir de 14/mar)

(bilhetes sem lugar marcado)
Limite de reservas: 4 bilhetes/pessoa | Limite venda directa: 8 bilhetes/pessoa





FEVEREIRO




EXPOSIÇÃO TEMÁTICA:

6 de Fevereiro a 29 de Março
SONS DE VEZ 2015 EM IMAGENS
Inserida na edição 2016 do “SONS DE VEZ!”,
14ª Mostra de Música Moderna Portuguesa de AVV  
Foyer do Auditório da Casa das Artes
Fotos singulares dos concertos da edição 2015 do “Sons de Vez!”, que incluem The Legendary Tigerman, Rita Redshoes, Mundo Segundo, Dirty Coal Train, Salto, Capicua, Tiago Bettencourt, Big Red Panda, Bizarra Locomotiva, Scream4Revolution e Pedro & Os Lobos.
Fotos da autoria de Sérgio Neto e Luís Lobo.



MÚSICA/ POP ROCK:

6 de Fevereiro
sábado às 23h00
MÃO MORTA
Inserido no SONS DE VEZ!
14º Mostra de Música Moderna Portuguesa de AVV
Auditório da Casa das Artes
Pré-venda e reserva de bilhetes a partir de 1 de Fevereiro.
Preço único: €13,00. (sem lugar marcado)
Limite de reservas: 4 bilhetes/pessoa | Limite venda directa: 8 bilhetes/pessoa
Ao longo das últimas três décadas, os Mão Morta têm tido sempre uma palavra a dizer no rumo do rock em Portugal.
Reza a lenda que em Outubro de 1984 Joaquim Pinto se encontrou com Harry Crosby, baixista da banda nova-iorquina Swans, durante um concerto da mesma na cidade de Berlim. “Tens cara de baixista”, terá dito Crosby a Joaquim Pinto. No mês seguinte, Joaquim Pinto regressou a Braga, comprou um baixo, e fundou, juntamente com Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal, os Mão Morta. Braga via assim nascer uma banda cuja postura viria a afrontar, ao longo dos anos, os valores morais e políticos de uma sociedade que culturalmente estava pouco desenvolvida. Em Janeiro de 1985 os Mão Morta estreiam-se ao vivo no Porto, no Orfeão da Foz, o primeiro de muitos concertos que funcionaram de rastilho para o culto. “Mão Morta”, o álbum de estreia, foi editado em 1988, e não desiludiu a maioria dos seguidores do grupo. O aplauso da imprensa, a adesão aos concertos, e até os elogios de Nick Cave contribuíram para que o arranque da discografia do grupo fosse feito da melhor forma. As performances e o carisma de Adolfo Luxúria Canibal fizeram nascer um culto em volta da banda: «Uma garganta funda que liberta bílis às golfadas, que espanca os espectadores com as palavras, que os excita e irrita, que conta histórias de sexo, de crime e de repressão» (Blitz 110, 09/12/86, António Pires acerca de Adolfo Luxúria Canibal no RRV). Com uma discografia que soma mais de doze discos de originais (aos quais se juntam registos ao vivo e compilações), a banda dividiu opiniões, criou alguns hinos geracionais e conta com um percurso onde não faltam episódios curiosos.
Em “Pelo Meu Relógio São Horas de Matar”, o último álbum dos Mão Morta, convivem duas vocações, omnipresentes ao longo da carreira: o realismo duro com que se pinta a cores escuras o Portugal contemporâneo, e a catarse a que canções de rock opressivo e selvagem invariavelmente convidam. Depois do grande impacto do single “Horas de Matar”, os Mão Morta regressam à estrada para vários concertos, onde a intensidade feroz do seu repertório promete deixar marcas. Pelo relógio deles, são horas de matar.




MÚSICA/ POP ROCK:

12 de Fevereiro
sexta às 23h00
DAVID FONSECA
Inserido no SONS DE VEZ!
14º Mostra de Música Moderna Portuguesa de AVV
Auditório da Casa das Artes
Pré-venda e reserva de bilhetes a partir de 8 de Fevereiro.
Preço único: €13,00. (sem lugar marcado)
Limite de reservas: 4 bilhetes/pessoa | Limite venda directa: 8 bilhetes/pessoa
David Fonseca é uma das mais carismáticas vozes da música portuguesa. Natural de Leiria, o seu nome é indissociável ao da banda a que deu voz, os Silence 4. Com um primeiro disco em 1998, “Silence Becomes It”, o grupo rapidamente se impôs como o maior fenómeno da música portuguesa dos últimos tempos, atingindo um sucesso invulgar. Em 2001 efectuaram a sua última digressão, tendo encerrado a sua actividade em 2002, até 2014, ano em que se reuniram para a realização de quatro espectáculos especiais.
Em 2003, David Fonseca lança o seu primeiro disco a solo, “Sing Me Something New”, onde explorou novas facetas de compositor e intérprete, afirmando-se assim como uma figura ímpar da criação musical. O primeiro single, “Someone That Cannot Love”, atingiu o número 1 do airplay nacional. O segundo tema extraído do álbum, “The 80’s” catapultou-o numa digressão de grande sucesso por todo o país. Em 2004, David participou no projecto Humanos, dando voz a temas inéditos de António Variações ao lado de Manuela Azevedo e Camané. Até à data publicou mais cinco álbuns a solo, sendo “Futuro Eu” o mais recente e o primeiro álbum inteiramente composto em português, sucedendo o diário musical “Seasons – Rising : Falling”. “Futuro Eu” expõe um conceito inédito na sua já vasta obra em que o inesperado é princípio basilar. 
No palco, “Chama-me que eu vou”, “Deixa ser” ou “Hoje eu não sou” confirmam o génio criativo de David Fonseca, que também a nível cénico nos traz um conceito inédito, conjugando dramaticidade com espectacular, intimismo com alegria, sempre numa envolvente plástica cuidada e única.
 





















MÚSICA/ POP ROCK:

19 de Fevereiro
sexta às 23h00
SERUSHIÔ + WILDFIRE
Inserido no SONS DE VEZ!
14ª Mostra de Música Moderna Portuguesa de AVV
Pré-venda e reserva de bilhetes a partir de 15 de Fevereiro.
Preço único: €3,00. (sem lugar marcado)
Limite de reservas: 4 bilhetes/pessoa | Limite venda directa: 8 bilhetes/pessoa
Auditório da Casa das Artes
Serushiô significa Sérgio em Japonês. Sérgio Silva viveu e estudou em Boston durante cinco anos, onde acabou por aprimorar o seu gosto musical e influenciar a sua composição. O músico portuense estreou-se em 2004 com um concerto no mítico Mosteiro de Leça de Balio (Matosinhos). Em 2010 participou no evento Música na Rua (Porto) e durante vários meses teve a oportunidade de realizar uma experiência que há muito perseguia: tocar no Metro (Porto). Em 2011 cruzou caminhos com o som da guitarra do bluesman José Vieira, e a fusão musical foi imediata e produtiva, resultando em “Sights & Scenes”, o EP/Demo de estreia deste dueto. O segundo EP “Life On Extended Play” foi lançado dois anos depois, e marcou o reencontro dos dois músicos num “disco que desde a primeira música capta a atenção de quem o escuta. São sete temas sólidos e coerentes, nos quais fica bem patente a competência de uma dupla…” JN. Em 2014 a banda começou a preparar o seu primeiro álbum de longa duração, e “Boogie Song” foi o pontapé de saída. Nesse mesmo ano foram seleccionados para a 32ª. edição do Canadian Music Week, em Toronto, sendo a única banda a representar Portugal.
Em 2015 lançaram o novo álbum com edição em vinil, “I’m Not Lost… Just Don’t Want To Be Found”, assim como uma extensa tour por Portugal. O duo está já a preparar um novo trabalho com edição para 2016. Uma banda a não perder de vista, para quem aprecia o género.
Os Wildfire surgiram em 2011, quando Guilherme Imperadeiro (guitarra principal) mudou de casa e se tornou vizinho de Bruno Mendes (guitarra ritmo). Entre os dois nasceu a vontade comum de fazer música e de a tocar com mais pessoas, sem qualquer compromisso sério. Afixaram alguns anúncios, fizeram alguns telefonemas, e acabaram por formar a banda juntamente com Luís Garcia (bateria), Rita Franco (baixo) e Inês Santos (voz principal). Começaram por ser convidados para pequenos concertos na cidade de residência, Viana do Catelo, depois expandiram-se um pouco por todo o distrito, tocando também no Porto, em Coimbra, e na Festa do Avante em 2013. Entretanto, a banda sofreu algumas alterações, tanto nos membros – substituindo Rita e Inês por Gustavo Matos e Bianca Barros, respectivamente-, como a nível musical. A música densamente instrumentalizada e a exploração sónica tornaram-se rapidamente numa das premissas principais do grupo. 
 





























MÚSICA/ POP ROCK:

26 de Fevereiro
sexta às 23h00
EMMY CURL + 
A JIGSAW & THE GREAT MOONSHINERS BAND
Inserido no SONS DE VEZ!
14º Mostra de Música Moderna Portuguesa de AVV
Pré-venda e reserva de bilhetes a partir de 22 de Fevereiro.
Preço único: €6,00. (sem lugar marcado)
Limite de reservas: 4 bilhetes/pessoa | Limite venda directa: 8 bilhetes/pessoa
Auditório da Casa das Artes
Emmy Curl é o alter-ego de Catarina Miranda, nascida em 1990 em Vila Real. Começou pelo nome emmy e agregou Curl (caracol), pois desde sempre que desenha espirais. Criada no seio de uma família de artistas, emmy Curl complementa a sua música, sonhadora e colorida, com a paixão que tem por outras áreas, como a fotografia, a arte e a moda, tendo criado uma oficina de costura que a ajudou a financiar as suas criações musicais. Aos onze anos compôs a sua primeira canção, e com apenas quinze anos começou a produzir sozinha as suas próprias músicas no estúdio do seu pai.
emmy Curl é uma artista que nos últimos anos tem construído um lugar muito especial na indie pop nacional, e gosta de assumir o controlo de todas as fases de gravação das suas músicas, desde a produção ao trabalho gráfico. Promete vencer a prova de fogo do primeiro álbum, concretizando as preciosas indicações que vem apresentando nos EP’s e nos palcos, bem como no primeiro single “Come Closer”, e “Amory”, segundo single do novo álbum “Navia”. O seu percurso tranquilo, mas sólido, foi enriquecido com o lançamento deste seu disco de estreia. emmy Curl tem o que todas as mentes criativas de todas as idades aspiram ter: um universo próprio, perfeitamente desenhado e cheio de som e imagem. É no palco que ela combina todas as suas vocações, e que nos transporta numa travessia musical… um encontro de cumplicidade com todos os que entram no espírito de “Navia” e da sua comandante emmy, uma figura delicada e luminosa, que enche o palco e orienta a travessia. 
Uma viagem incrível, a não perder.
Em 2012, a revista francesa Les Inrockuptibles afirmava que a Jigsaw era uma banda a seguir. Dois anos depois, a mesma revista volta a colocá-los juntos de nomes como Tom Waits e Leonard Cohen, reforçando a ideia de que o duo conimbricense não deveria ser perdido de vista. E não é para menos. Três anos depois da edição do seu último trabalho de estúdio, “Drunken Sailors & Happy Pirates”, os multi-instrumentistas Jorri e João Rui regressaram com o novo álbum “No True Magic”. A dupla mantém-se fiel à sonoridade que a distingue no panorama musical português e internacional, e as raízes são as mesmas: o folk, o blues, a literatura e um conceito: “a imortalidade”. À semelhança dos trabalhos anteriores, enraizados na literatura e estruturados em torno de conceitos como a “perda da inocência” e a “construção da identidade”, os a Jigsaw falam-nos agora da “imortalidade”. “No True Magic” aborda a questão da suspensão da mortalidade, a possibilidade de até ao fim acreditarmos na promessa dos milagres, ou no milagre maior da imortalidade, mesmo que saibamos e aceitamos os termos da nossa mortalidade. O álbum conta com a presença feminina da norte-americana Carla Torgerson (The Walkabouts, Tindersticks), que junta a sua voz à de João Rui no dueto “Black Jewelled Moon”. Nos concertos de apresentação do novo álbum, a Jigsaw fazem-se acompanhar por “The Great Moonshiners Band” (nome que recorda os produtores de whisky ilegal, destilado durante a noite, nos tempos da Lei Seca), uma banda de suporte criada especificamente para o efeito, que é composta por Guilherme Pimenta, Maria Côrte, Pedro Serra e Vitor Torpedo.





MÚSICA/FADO:

27 de Fevereiro
sábado às 22h00
GISELA JOÃO
Auditório da Casa das Artes
Pré-venda e reserva de bilhetes a partir de 22 de Fevereiro.
Preço único: €15,00. (com lugar marcado)
Limite de reservas: 4 bilhetes/pessoa | Limite venda directa: 8 bilhetes/pessoa
O ano em que se estreou com um disco que depois de ter sido entusiasticamente recebido pela crítica, especializada e não só, foi considerado o melhor álbum nacional do ano por publicações de referência como a Blitz, o Expresso, o Público, a Time Out, o site musical Cotonete e mesmo os Globos de Ouro tendo atingido vendas que já lhe valeram um Disco de Ouro.
Em 2014, depois de ter começado o ano a esgotar a Casa da Música e o Centro Cultural de Belém, já ninguém duvida que este primeiro disco de Gisela João revela uma fadista de excepção e que é um marco na História do Fado contemporâneo. Nascida em Barcelos, Gisela viveu seis anos no Porto para, finalmente, o canto impor a sua vontade e a levar para Lisboa. Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou primeiro meia Lisboa e depois Lisboa inteira, das Casas de Fado à mítica discoteca Lux e do Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém ao Teatro São Luiz.
Faltava gravar um disco, esse grande desafio. Encontrou em Frederico Pereira o cúmplice ideal e iniciaram as gravações. O disco saiu a 01 de Julho de 2013, duas semanas depois alcançou o primeiro lugar no Top de vendas nacional e foi considerado pela grande maioria dos críticos nacionais o mais importante disco de estreia de um artista português no século XXI, valendo-lhe o prémio revelação Amália, com quem o seu talento já foi comparado várias vezes.
No início de 2015 Gisela João brindou os portugueses com dois espetáculos em duas das mais emblemáticas salas de Portugal: Coliseu dos Recreios e Coliseu do Porto.





















OUTRAS ACTIVIDADES/ APRESENTAÇÃO DE LIVRO:

13 de Fevereiro
sábado às 16h00
“MÃO NA MÃO, LADO A LADO”
de Fátima Torres
Paço de Giela; Auditório
 





















OUTRAS ACTIVIDADES/ CONFERÊNCIAS:

20 de Fevereiro
sábado às 21h00
RE(EN)CONTROS DE VAL- DE- VEZ.
500 ANOS DE HISTÓRIA COM OS OLHOS NO FUTURO
3ª Conferência
“CIDADANIA, ÉTICA e CÉREBRO”
ENTRADA LIVRE
Auditório da Casa das Artes
Depois das duas edições anteriores deste ciclo de conferências, uma organização do Município de Arcos de Valdevez em parceria com o CENFIP, chega agora o momento de encerramento do Ciclo, agora buscando um tema igualmente aglutinador e entusiasmante: CIDADANIA, ÉTICA e CÉREBRO.
São convidadas duas figuras singulares e ímpares para esta reflexão: Fernando Savater, filósofo e escritor e uma das maiores Referências Mundiais no campo do pensamento, e Alexandre Castro Caldas, neurologista e professor catedrático de referencia, que abordarão nas suas intervenções os títulos "Puede Educarse al Ciudadano?" e "Neuropotenciação: a criação de super-seres".
Este evento integra o programa de comemorações dos 500 anos do Foral de Valdevez


























ATIVIDADES NA BIBLIOTECA MUNICIPAL

26 de Fevereiro
sexta às 21h00
“A POESIA EXISTE PORQUE A VIDA NÃO CHEGA”
Biblioteca Municipal/ Casa das Artes
As sessões de Poesia são uma iniciativa do GEPA - Grupo de Estudos do Património Arcuense, contando com a colaboração da Biblioteca Municipal. Realizam-se na última sexta-feira do mês e convidam à descoberta de novos itinerários poéticos.




CINEMA

5 e 7
Sexta e domingo às 22h00
BROOKLYN
Comédia, Drama, Romance
Realização: John Crowley
Com: Saoirse Ronan, Domhnall Gleeson, Emily Bett Rickards, Emory Cohen, Nora-Jane Noone, Michael Zegen, Paulino Nunes, Jenn Murray, Eve Macklin
Sinopse: Nos anos 50, Eilis Lacey (Saoirse Ronan) deixa a Irlanda e o conforto da casa da sua mãe, em direção a Nova Iorque.A saudade inicial diminui rapidamente quando um novo romance arrasta Eilis para o charme inebriante do amor. Mas em breve, o seu entusiasmo é interrompido e Eilis é forçada a escolher entre dois homens e dois países.




13 e 14
Sábado e domingo às 22h00
UM AVÔ MUITO À FRENTE
Comédia
Realização: Dan Mazer
Com: Zac Efron, Robert De Niro, Julianne Hough, Aubrey Plaza, Dermot Mulroney, Zoey Deutch, Adam Pally, Jason Mantzoukas, Mo Collins
Sinopse: Jason Kelly (Zac Efron) está a uma semana de casar com a filha do chefe, um passo que o lança no caminho certo para obter sociedade no escritório de advogados onde trabalha. No entanto, uma viagem à Flórida na companhia do avô Dick, um depravado general na reforma (Robert De Niro), vai colocar tudo em risco. Em plena Spring Break, Dick arrasta o sério e bem comportado Jason para desenfreadas festas de estudantes, brigas de bar e uma épica noite de karaoke.























21
Domingo às 15h00 e 22h00
THE REVENANT: O RENASCIDO
Aventura, Drama
Realização: Alejandro González Iñárritu
Com: Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Will Poulter, Emmanuel Bilodeau, Domhnall Gleeson, Paul Anderson
Sinopse: Nas profundezas do território selvagem norte-americano de inícios do século XIX, o caçador Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) vê-se gravemente ferido e deixado para morrer por John Fitzgerald (Tom Hardy), um dos seus companheiros.
Com a sua força de vontade como única arma, Glass navega num ambiente hostil, através de um inverno brutal e tribos guerreiras, numa busca incessante pela sobrevivência e pela vingança sobre Fitzgerald.






















28
Domingo às 15h00 e 22h00
OS OITO ODIADOS
Western, Mistério
Realização: Quentin Tarantino
Com: Samuel L. Jackson, Jennifer Jason Leigh, Michael Madsen, Kurt Russell, James Remar, Amber Tamblyn, Walton Goggins, Tim Roth, Bruce Dern, Demián Bichir, Zoë Bell
Sinopse: Alguns anos após o final da Guerra Civil, uma diligência atravessa a paisagem invernosa do Wyoming. Os passageiros, o caçador de prémios John Ruth (Russell) e a sua prisioneira Daisy Domergue (Leigh) vão a caminho da cidade de Red Rock onde Ruth entregará Domergue à justiça. Pelo caminho encontram dois desconhecidos, o Major Marquis Warren (Jackson), antigo soldado da União que também se dedica a caçar criminosos foragidos, e Chris Mannix (Goggins), um antigo rebelde sulista que afirma ser o novo xerife da cidade. Um nevão faz com que se percam e obriga-os a procurar abrigo numa estalagem onde são recebidos por quatro estranhos. Bob (Bichir) que está a tomar conta do estelecimento enquanto a proprietária visita a mãe, Oswaldo Mobray (Roth), carrasco em Red Rock, o cowboy Joe Gage (Madsen) e o antigo general confederado Sanford Smithers (Dern). À medida que a tempestade se espalha sobre o vale, os nossos oito viajantes ficam a saber que podem nunca chegar Red Rock...